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Halal vai muito além do Abate Imprimir E-mail

 

Por Dib Ahmad El Tarrass

 

O conceito Halal é usado em todas facetas da vida. Utilizamos este conceito para questões que dizem respeito a alimentos e produtos industrializados.

 

A Sharia determina que questões relativas halal e haram devem ser submetidas ao contexto do Corão e da sunna (tradição e orientação do profeta).

 

Nós nos alimentamos diariamente de produtos com ingredientes que se escondem em nomes de difícil interpretação. Devemos solicitar dos fabricantes a real composição dos alimentos, assim como, a descriminação de sua fonte de origem. Dentre esses produtos estão biscoitos, queijos, imbutidos, doces etc., que podem conter inúmeros ingredientes ilícitos: desde derivados de suíno, até cabelo humano, insetos, álcool etc.

 

Existem produtos, que ao olhar dos consumidores, são considerados lícitos. Isso é um erro gravíssimo, uma vez que um produto halal pode ser contaminado por outro haram, dependendo do ingrediente utilizado. Em nossa visão, todos os alimentos e produtos industrializados são considerados Mashbooh (duvidosos) até que se possa comprovar que sua origem e processo, consistem em alimentos halal ou haram.

Os mecanismos, que formam o sistema halal, envolvem desde a cadeia produtiva até o resultado final e seguem requisitos básicos, como o manejo consciente da terra e meio ambiente, que incluem o uso de agrotóxico legal, tratamento de efluentes, higiene funcional, equipamentos, processamento com produtos halal, armazenamento etc.

 

Essas exigências trazem um grande impacto positivo a todos. O consumidor obtém alimentos mais saudáveis e os fabricantes ganham mais clientes com maior potencial de compra.

 

O consumidor deve estar atento aos produtos certificados que tenha em sua embalagem o selo halal de garantia. Deve informar-se se tal instituição existe e se é reconhecida mundialmente para evitar fraudes.

 

O certificado Halal e selo de garantia de uma instituição de credibilidade ira facilitar a vida do consumidor muçulmano e oferecer a garantia de conformidade dos produtos em relação à Jurisprudência Islâmica.

 

Matéria 28 de março de 2009.

 

Núcleo de Desenvolvimento do Conceito Halal do Brasil
Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal (CIBAL HALAL)
Esta obra pode ser reproduzida mediante a citação da fonte.

 

 
Respirar cérebro de porco é causa de misteriosa nova doença neurológica Imprimir E-mail

 

Enfermidade causa inflamação nos nervos da coluna e dor intensa.

Causa é exposição ao processo de retirada de cérebros suínos em fábricas.

O título aí de cima soou estranho para você? Pois não houve erro, é isso mesmo. Um grupo de médicos americanos anunciou nesta quarta-feira (16) a descoberta de uma nova doença neurológica, que causa inflamação nos nervos, dor intensa e dificuldade de movimentos. Extremamente rara, a enfermidade parece só atingir pessoas que trabalham na extração de cérebros de porco e respiram sem qualquer proteção.

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Relatos de epidemia na Ásia Imprimir E-mail

Autoridades declaram que infecção bacteriana está atacando criações de suínos. Governo ordenou abate de rebanhos e restrição de vendas de carne na região.

Um surto de doença febril já causou 19 mortes nas cidades de Ziyang e Neijiang, na província de Sichuan, na China. O diagnóstico oficial é que estamos diante de um surto de Streptococcus sui, uma bactéria endêmica em áreas de criação de suínos. Apesar de preferencialmente infectar animais, a contaminação de humanos acontece eventualmente.

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A proibição de se alimentar do suíno Imprimir E-mail

 

Por Dib Ahmad El Tarrass

 
Existem inúmeros motivos que demonstram a impureza da carne de porco. Atualmente, a ciência constata a presença de inúmeros males provenientes da ingestão da carne de porco.
 

Existem inúmeros versículos no Alcorão que indicam a proibição do consumo da carne suína, por exemplo: surata 2 versículo 173, “Ele vos proibiu, apenas, a carne do animal morto, e o sangue, e a carne de porco, e o que imolado com invocação de outro nome que não seja Deus.”

 

 Em outras religiões monoteístas, como a dos judeus e cristãos, também existe tal proibição em Deuteronômio 14:8. “Também porco, porque tem cascos partidos, mas não rumina, não deveis comer nenhuma carne sua e não deveis tocar nos seus cadáveres.” 
 

O porco é um animal que carrega em sua carne inúmeros organismos com grande quantidade de toxinas, vermes e moléstias que são capazes de gerar inúmeras doenças.

 

A cisticercose suína é uma doença parasitária originada a partir da ingestão de ovos de Taenia solium, cujas formas adultas têm o homem como hospedeiro final; normalmente, os suínos apresentam apenas a forma larval (Cysticercus cellulosae). O quadro clínico da teníase no homem pode acarretar dor abdominal, anorexia e outras manifestações gastrointestinais.


A teníase, no entanto, pode conduzir à cisticercose humana, cuja localização cerebral é a sua manifestação mais grave, podendo levar o indivíduo à morte.

 

Matéria 20 março de 2009.

 

 

Núcleo de Desenvolvimento do Conceito Halal do Brasil
Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal (CIBAL HALAL)
Esta obra pode ser reproduzida mediante a citação da fonte.
 
 
 
O consumo de tabaco Imprimir E-mail

 


A maioria das orientações sobre alimentos, nutrição e saúde aborda, concomitantemente, o uso do tabaco, uma vez que o consumo do cigarro ou outros produtos derivados do tabaco são prejudiciais à saúde e mata cerca de 5 milhões de pessoas por ano no mundo, 200 mil no Brasil (PAN AMERICAN HEALTH ORGANIZATION, 2002).

Dessa forma, não há mais razão para considerar o consumo de cigarros, charutos e outros derivados do tabaco como uma mera opção comportamental ou um estilo de vida. Hoje, o tabagismo é amplamente reconhecido como uma doença crônica gerada pela dependência da nicotina, estando por isso inserido na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) da Organização Mundial da Saúde, e que expõe continuamente os usuários dos produtos de tabaco a cerca de 4.700 substâncias tóxicas, sendo 60 delas cancerígenas para o ser humano (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 1999c).

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O Consumo de bebidas alcoólicas Imprimir E-mail

 

O consumo de álcool não é recomendado por motivos nutricionais e sociais.


O álcool, droga cuja ação é responsável pela depressão do sistema nervoso central, causa alterações comportamentais e psicológicas, além de importantes efeitos metabólicos. O seu consumo em excesso pode provocar problemas como violência, suicídio, acidentes de trânsito, causar dependência química e outros problemas de saúde como desnutrição, doenças hepáticas, gastrointestinais, cardiovasculares, respiratórias, neurológicas e do sistema reprodutivo. Interfere também no desenvolvimento fetal e ainda aumenta o risco de desenvolvimento de vários tipos de câncer (INTERNATIONAL AGENCY FOR RESERACH ON CANCER, 1988; PAN AMERICAN HEALTH ORGANIZATION, 2005).
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