| Aditivos e ingredientes |
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Apresentamos uma breve lista de produtos para auxiliar no conhecimento do que o consumidor ingere em seu organismo.
Álcool etílico ou etanol é um líquido incolor, produzido pela fermentação de vegetais, em especial, da cana de açúcar. É utilizado em bebidas alcoólicas e como solvente de aditivos alimentares.
Existem outros alcoois que são permissíveis (Halal) pela Jurisprudência Islâmica: os provenientes do petróleo, como, por exemplo, o plopileno glicol.
Coalhos obtidos a partir do estômago de bezerros e bois.
O corante vermelho carmin (ácido carmínico, cochinilha). Origem: extraído a partir de partes secas do corpo da fêmea do inseto Dactilipius coccus, que vive em cactos nativos na região do México e são cultivados na América do Sul. Segundo nossas instituições irmãs espalhadas pelo mundo, este produto foi decretado como haram. Nossos irmãos seguem o conhecimento do nobre estudioso Hanafi Muzhab.
A gelatina é um colágeno extraído da pele e ossos de animais. A grande maioria das gelatinas encontradas em supermercados, no Brasil, é de origem suína, portanto haram. A legislação brasileira não obriga os fabricantes de gelatina descriminarem sua origem nas embalagens ou rótulos.
Procure se informar com os fabricantes sobre a origem da gelatina a ser consumida. Caso de origem suína, você estará consumindo um alimento haram.
A L-Ceteína é um ingrediente muito utilizado em produtos de panificação e aromas. Sua extração se dá a partir de fios de cabelo humano, penas de aves e materiais sintéticos.
Gorduras vegetais e animais.
Lípase é uma enzima extraída do fígado, pâncreas ou estômago do suíno e outros animais. Pode-se também extraí-la de vegetais.
Pepsina é uma enzima digestiva extraída do estômago do suíno, portanto é haram.
Núcleo de Desenvolvimento do Conceito e Sistema Halal do Brasil
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